TRÁFEGO AÉREO

CGNA atua em apoio à Operação COVID-19

Organização tem por intuito amenizar e dirimir impactos na circulação aérea do País
Publicado: 01/05/2020 09:05
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Fonte: DECEA, por Denise Fontes
Edição: Agência Força Aérea, por Tenente Fraga - Revisão: Capitão Oliveira Lima

O Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), unidade subordinada ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), ativou um Plano de Contingência para gerenciar a situação do tráfego aéreo, decorrente da pandemia da COVID-19.

A unidade adotou medidas para promover o equilíbrio entre a demanda e a capacidade, envolvendo a coordenação entre as entidades internacionais de gerenciamento de fluxo para prover a continuidade dos voos relacionados a causas humanitárias, emergência médica, busca e salvamento, verificação aérea, carga e voos de Estado.

O acompanhamento da malha aérea das Regiões de Informações de Voo (FIR) brasileiras foi também uma das iniciativas implantadas com base no planejamento do CGNA. Esse trabalho conjunto da unidade com as empresas aéreas gerou uma redução dos custos operacionais dos voos.

“O CGNA tem por missão harmonizar o gerenciamento do fluxo de tráfego aéreo e das demais atividades relacionadas com a navegação aérea, proporcionando a gestão operacional das ações correntes no Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) e a efetiva supervisão de todos os serviços prestados”, esclarece o Comandante do CGNA, Coronel Aviador Sidnei Nascimento de Souza.

O CGNA, em coordenação com o DECEA e o escritório da Organização da Aviação Civil Internacional, passou a centralizar todas as informações operacionais dos países das regiões do Caribe e da América do Sul relacionadas à COVID-19.

A unidade gerencia também as situações específicas de cada aeroporto, tendo sido tomadas medidas em conjunto, como a utilização dos pátios militares do Comando da Aeronáutica por empresas aéreas.

O monitoramento de aeronaves no espaço aéreo brasileiro é acompanhado durante 24 horas, no Salão Operacional do CGNA. Profissionais de controle de tráfego aéreo, administradoras de aeroportos e empresas aéreas atuam de forma colaborativa no gerenciamento do tráfego aéreo. "As decisões são tomadas de forma colaborativa, a fim de adotar ações com menor impacto possível para o usuário”, afirma o chefe do Centro de Operações Táticas e Tomada de Decisões Colaborativas (COT-CDM), Tenente Especialista em Controle de Tráfego Aéreo André Luis Santos da Rocha.

As medidas adotadas pela organização têm por intuito amenizar e dirimir impactos na circulação aérea do País, com vistas à manutenção da segurança e fluidez da navegação aérea.

Fotos: Marcelo Oliveira